Pactum

Workshop sobre modelos de negócio para startups na PUCRS

29 de agosto de 2017

A Pactum Consultoria Empresarial participou, na última quinta-feira, 24 de agosto, da programação do Tecnopuc Experience, evento com foco em proporcionar experiências para a comunidade acadêmica e para o público em geral. Ciclo de financiamento e captação de recursos de startups, além de modalidades certas para cada tipo de negócio foram os temas abordados por Wagner Fensterseifer, especialista da Pactum, com a participação de Paulo Beck, co-fundador da Grow+, e Maximiliano Carlomagno, sócio-fundador daInnoscience: Consultoria em Gestão da Inovação. Ao dar início ao painel introdutório sobre as diferentes fontes de financiamento disponíveis para startups e ao funcionamento delas, Fensterseifer observou que há cinco ciclos de desenvolvimento. Embora a classificação não seja estanque, tendo uma dimensão dinâmica, ela pode ser classificada de três modos: tradicionais, modernas e do futuro.

A primeira, explicou, envolve principalmente o financiamento bancário, que serve para pequenas e grandes empresas – correspondentes a bancos de fomento e comerciais. A segunda está presente de duas maneiras: equity e smart money. Enquanto a equity contempla empresas que possuem boas faturações monetárias e estejam em notável crescimento, a smart money condiz com as startups que se financiam com o apoio de networking e expertise do investidor.

Quanto à classificação do futuro, Fensterseifer observou que ainda não se sabe o potencial em questão. Assim, o crowdfunding - financiamento pelas massas que faz frente ao Venture Capital - se destaca junto ao Initial Coin Offering (ICO), modelo que acompanha o potencial de moeda criptografada e está se tornando uma forma de financiamento real.

Em seguida, o co-fundador da Grow+ Paulo Beck pontuou que já investiu quase R$ 2 milhões em startup. “Tudo o que a gente fez nunca foi por dinheiro. Isto é consequência de um trabalho bem feito”, afirma. Para ele, é necessário, portanto, que o ofício tenha um propósito, busque sempre pelo cliente e tenha o produto validado no mercado. Não se apegar, como diz, a tentativas que não decolam, trabalhar em programa de aceleração, precificar produtos e analisar a sua própria realidade também é fundamental para atingir uma boa jornada.

Voltado para o Corporate Venture, Carlomagno encerrou o painel falando sobre como a grande empresa pode inovar mais rápido e melhor.  “Essas corporações precisam tirar mais delas o tempo inteiro, explorando sempre novas tecnologias e clientes”, nota. Ao discorrer a respeito de diferentes mecanismos de inovação, o sócio-fundador da Innoscience ressaltou a obrigação da grande empresa entender o que está sendo buscado, para quem vai ser útil o negócio e em que formato a atividade será realizada.

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