Pactum

Mapeamento fiscal gera competitividade mesmo na crise

19 de junho de 2015

As perspectivas de baixo crescimento econômico para 2015 trouxeram desafios ao empresariado brasileiro. Para crescer em meio à crise é preciso ter foco no negócio. Controle do fluxo de caixa, redução dos custos e planejamento das despesas são algumas das atitudes básicas que contribuem com a rentabilidade, mas é possível ir além. O mapeamento fiscal é uma metodologia que identifica a eficiência do modelo de negócios ou de operações, ou mesmo de produtos. Trata-se de uma forma de prestar consultoria alinhada aos objetivos da empresa e que entrega ao empresário dados estratégicos para a melhor gestão de direitos ligados à inovação e/ou outras formas de funding, por exemplo.

De acordo com Gilson Faust, Superintendente de Relacionamentos da Pactum, o mapeamento fiscal é uma medida recomendada porque os modelos de negócios geralmente são estabelecidos em um determinado momento e não são atualizados na mesma velocidade que a legislação nacional, fazendo com que as ineficiências pela desatualização onerem as empresas, explica. Para ele, o mapeamento anula a complexidade tributária do sistema nacional e apresenta as oportunidades para modelar as operações empresariais com a maior eficiência. 

Vanessa Ramos, consultora fiscal da Pactum em Santa Catarina, ressalta que o diferencial é criar mecanismos nas organizações que ajudem fomentar, criar e realizar mudanças. “E que estas mudanças ocorram pela equipe de trabalho, e não por alguma gerência específica ou consultores externos. Através de ciclos curtos de revisão e adaptação, as equipes podem validar se a mudança foi válida ou se uma nova estratégia precisa ser definida”, diz. Para a consultora, falhar faz parte do processo de aprendizado e seu contexto é diferente daquele de outras empresas: Copiar nem sempre é opção. Vanessa lembra que as empresas que não possuírem um ambiente propício para mudanças vão em breve ver uma série de pessoas deixando e buscando locais que valorizem isto.

Para atingir a melhor inteligência e eficiência fiscal da operação, Faust diz que é preciso conhecer as metas e objetivos que o empresário persegue e estudar o modelo de negócio como um todo para então desenhar, em conjunto com o cliente, o melhor molde. Neste processo, é fundamental conhecer também a história do negócio do cliente e toda a estrutura familiar a ele ligada. “Por exemplo, na análise de uma indústria, precisamos conhecer os atos constitutivos da empresa e suas alterações, as particularidades do produto, o processo produtivo, as operações de compra de insumos, as características dos principais clientes, a metodologia utilizada para a apuração dos tributos, as discussões judiciais e administrativas envolvidas no negócio. Com estas informações mapeadas é possível sugerir configurações alternativas para o modelo de negócio, gerando um diferencial competitivo sustentável para a empresa”, sugere Vanessa.

 

Saiba mais: Instabilidade econômica exige foco no negócio

 

 

 

 

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