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Instabilidade econômica exige foco no negócio

19 de junho de 2015

É unânime , entre os especialistas, a ideia de que as companhias já sentem os reflexos turbulentos da crise econômica e que para superar as adversidades devem refletir e repensar sobre as formas que adotam para competir. O que se percebe é que as empresas que estão conseguindo melhor eficiência operacional são aquelas que dedicam o maior tempo na busca da eficiência tributária, extraída das oportunidades que o sistema disponibiliza. Comparando organizações do mesmo setor, é possível perceber que uma está melhor que a outra. A pauta tributária envolve, ou deveria envolver, até o presidente. 

Um exemplo disso foi adotado por uma importadora de mercadorias do Paraná, in natura e industrializados. A partir de uma majoração imposta pelo governo daquele estado na alíquota de ICMS a partir de abril deste ano, passando de 12% para 18%, associada à constantes alterações nos benefícios fiscais para essas operações, propusemos uma redução dos impactos do cenário tributário para esse tipo de operação. 

Considerando os cenários alternativos confeccionados com base na legislação e decisões judiciais em relação à importação para revenda, para industrialização ou sem definição prévia da destinação, a solução apresentada para a empresa contribuiu para a otimização do formato da operação, em termos de menor incidência de ICMS. Para isso, foi levado  em consideração, entre outros, importações feitas de países signatários de acordos internacionais de importação, assim como políticas tributárias similares em estados como  São Paulo e Santa Catarina. Nesta empresa o mapeamento fiscal foi utilizado como ferramenta proativa para aumentar a eficiência, pois através da releitura da operação e criação de cenários foi gerada para a empresa um vantagem competitiva constitucional segura e duradoura, frente aos seus concorrentes.

A frequência da reavaliação e alteração do plano definido varia de acordo com o perfil e com a necessidade da empresa. Mas, a alteração no âmbito da legislação, por exemplo, exige atualizações imediatas. “Nesse momento em que o governo está sinalizando diversas alterações tributárias, as atualizações devem ser muito mais rápidas. O empresário pode esperar que a revisão do modelo se impõe com uma grande velocidade, porque estão mudando cotidianamente a legislação. E esse ajuste fiscal vai redundar em diversas alterações tributárias no arcabouço da legislação e das práticas industriais e comerciais, exigindo das empresas uma mudança de atitude ágil”, afirma Faust.

A duração da realização do mapeamento fiscal também é relativa. Em média leva-se uma semana para fazer o trabalho de campo e duas para concluir as análises e finalizar o relatório para apresentação à diretoria da empresa e envolvimento das equipes técnicas do cliente. 

O cenário econômico exige profundas mudanças. Entretanto, é consenso entre os especialistas que em meio a grandes crises é que surgem as maiores oportunidades. E a resposta que a empresa dá a esses novos desafios certamente irá resultar em ganho de competitividade a longo prazo.

 

Saiba mais:  Mapeamento fiscal gera competitividade menos na crise

 

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