Pactum

Financiamentos proporcionam inovação e geram valor ao negócio

26 de março de 2015

Um dos desafios constantes do empresariado é buscar uma estrutura enxuta e um processo mais ágil. Com financiamentos, as empresas podem contratar consultorias, comprar tecnologias, estruturar e consolidar processos de pesquisa. “Isso permite não apenas a aquisição de máquinas, como também a contratação de pessoas que desenvolvam a tecnologia dentro da empresa. Por exemplo, com a crise energética afetando a produtividade das empresas, torna-se necessário investir na otimização da eficiência de energia”, lembra Vinicius Schiavon.

São inúmeros tipos de financiamentos, como o Inovacred, destinado a empresas com receita de até R$ 90 milhões que desejam investir no desenvolvimento de novos produtos, processos ou serviços, e o Inova Sustentabilidade, que apoia projetos de inovação em linhas de extrema importância, como eficiência energética no segmento industrial, reciclagem de resíduos sólidos, redução e reutilização de efluentes líquidos, entre outros.

Vanessa Ramos, coordenadora da área fiscal da Pactum em Santa Catarina, explica que existem ferramentas capazes de identificar as necessidades de cada empresa e viabilizar o acesso aos financiamentos. Um exemplo disso é o mapeamento fiscal: um diagnóstico da eficiência do modelo de negócios ou de operações, a partir do acesso as informações financeiras , fiscais e tributárias. “O mapeamento é uma ferrramenta que entrega ao empresário informações estratégicas para a melhor gestão de direitos ligados à inovação e/ou outras formas de funding, explica Vanessa.

O mapeamento fiscal, lembra a especialista, também identifica a oportunidade e o aproveitamento da Lei do Bem, outro recurso que pode ser recorrido pelas empresas. “Este é um incentivo fiscal para as companhias que estão inovando em produtos ou em processos. Nesse caso, as maiores beneficiadas são as empresas optantes pelo lucro real”, diz a coordenadora.

Mas, a organização das empresas também merece atenção na hora de buscar benefícios ou financiamentos. Schiavon ressalta que as políticas públicas de financiamentos envolvem a questão de risco dos bancos. “Por isso costumam observar até mesmo a questão societária das empresas, que muitas vezes ficam descuidadas. Dessa forma, quanto mais organizadas forem as empresas, maior facilidade de acesso ao crédito e redução de juros elas terão”, diz o especialista.

Rodrigo Piazzeta lembra que um possível complicador para o avanço dos planos de expansão das empresas em 2015 pode ser um Retorno sobre o Investimento (ROI) insuficiente para sensibilizar o board da empresa a executá-lo. Entretanto, garante que um olhar profissional sobre a eficiência fiscal-ributária do projeto pode gerar o aumento de rentabilidade necessário para fazê-lo deslanchar.

Além disso, acrescenta Vanessa, para as empresas se manterem competitivas, precisam inovar. “Boas ideias, novos produtos, novos processos são beneficiados tributariamente e financeiramente, por isso o empresário precisa contar com profissionais especializados capazes de auxiliar nesse processo”, sugere. A melhoria nos processos produtivos ou na criação de produtos terá efeitos de médio e longo prazos, de maneira que, com criatividade, a empresa pode transformar um momento de dificuldade em oportunidade de se renovar.

Saiba mais: Buscar competitividade é alternativa para empresariado 

 

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