Pactum

Benefícios e dificuldades do universo empreendedor

29 de agosto de 2017

A Pactum Consultoria Empresarial participou, na última quinta-feira, 24 de agosto, da programação do Tecnopuc Experience, evento com foco em proporcionar experiências para a comunidade acadêmica e para o público em geral. Direcionado ao mundo do empreendedorismo, da inovação e das grandes corporações, o painel Innovation Tour reuniu quatro profissionais da área: Vinicius Piazzeta, presidente da Pactum, Marcelo Maisonnave, da Monkey Exchange, Warren e StartSe, Maximiliano Carlomagno, sócio-fundador da Innoscience Consultoria em Gestão da Inovação, e Glauber Corrêa, diretor comercial do Banco Agiplan.

Piazzeta conectou o idealismo empreendedor com a realidade no Brasil. Por acreditar que a associação entre startup e grande empresa é um benefício sinérgico, o dirigente acredita que é necessário identificar como e onde a corporação se posiciona. Na sua visão, tal união aperfeiçoa o compartilhamento de experiências e custos fixos, como também a rede de relacionamento: “É importante amenizar riscos de um investimento prematuro e isso pode ser feito com o auxílio de diferentes estruturas”.

O primeiro a subir no palco do auditório do Parque Científico e Tecnológico da PUCRS (TECNOPUC) foi Maisonnave. Baseado em experiências vividas no Vale do Silício, nos Estados Unidos, ele acredita que tudo derivou da Lei de Moore – profecia na qual dizia que o poder de processamento dos computadores dobraria a cada 18 meses. Ao falar sobre o impacto brutal que essas mudanças irão acarretar na economia, o executivo observou que a quantidade de valor criada por startups é crescente, assim como o custo do empreendedorismo é cada vez menor. “O que antes era atividade exclusiva das grandes corporações, agora pode ser feito por empresas que surgem das garagens”, pontua. Além disso, repara, a transferência de poder para o usuário é fator fundamental para entender o processo que está ocorrendo: “Esses recursos eram dominados pelos mais ricos. Hoje, passa a ser democratizado”.

O sócio-fundador da Innoscience Consultoria em Gestão da Inovação fez o seu discurso voltado para outro viés. Dirigido para as dificuldades que as startups encontram no período de maturação, Carlomagno explica que elas podem ser otimizadas no contexto relacionado às grandes corporações. “Setenta por cento dos projetos inovadores fracassam e cerca de 90% das startups não atingem os objetivos de seu plano de negócio. As empresas consolidadas têm a tendência de repelir o novo, mas colaboram no desenvolvimento das startups”, alerta.

Com foco no questionamento “Por que nos conectamos hoje?”, o diretor comercial do Banco Agiplan salientou os quatro fatores que movem uma grande empresa: valor, propósito, conveniência e facilidade. Ao mostrar cases sobre a corporação, Corrêa afirmou que o objetivo é, em todos os momentos, inovar para transformar a maneira das pessoas se conectarem com dinheiro.

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